G. Roumier

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Georges Roumier casou-se em 1924 com Geneviève que tinha como dote 12ha de vinhas em Chambolle-Musigny localizadas nos Crus Les Amoureuses, Les Fuées e Bonnes Mares.

Em 1952, ele comprou um terço de uma propriedade local e adicionou ao seu domaine mais vinhas em Bonnes Mares e também em Clos Vougeot.

No ano seguinte, ele comprou a totalidade do 1er Cru Clos de la Bussière, em Morey St. Denis, e se aposentou, passando o comando para seu filho Jean-Marie que, em 1968, comprou 0,2ha de vinhedos em Corton-Charlemagne, e em 1978 comprou 0,1ha em Musigny.

Em 1984, seu filho Christophe assumiu o controle do domaine e o transformou em um dos mais conceituados da Borgonha. Enólogo confiante e talentoso, Christophe causou impacto não só nos negócios e na reputação do domaine, mas também sobre os produtores da região, dentre os quais passou a ser muito respeitado.

Nada é sistemático ou pré-determinado para Christophe, já que cada safra é diferente, e somente após a colheita é que ele decide sobre o uso dos engaços.

Geralmente o Bourgogne Rouge e o Chambolle-Musigny Village são totalmente desengaçados, enquanto no restante dos vinhos é analisada a qualidade da safra para se decidir a porcentagem de engaços mantida que, normalmente, varia de 20% a 50%.

Os vinhos são fermentados em barricas, sendo 20% novas para os Villages, 25%-35% para os Premier Crus e 35%-45% para os Grand Crus.

Apaixonado pelo que faz, Christophe acredita que a essência de um bom vinho está no vinhedo e não no controle que o enólogo pode exercer na cantina.

Assim, os vinhos do Domaine G. Roumier são todos de altíssima qualidade, tão confiáveis e autênticos nas piores safras quanto nas excepcionais.

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